sábado, 24 de março de 2007

Correr e Coçar é so começar




* Não adianta correr, os nossos afetos não ficam guardado em gavetas ... Os meus remexeram-se e agora...Bum!
* O que fazer com tudo o que não sei, é que me apavora, uma onde de “urgências” começa a formigar na contramão das emergências.
* Cada passo parece mais apressado, respiração dá sinais de cansaço. Preciso de uma rede que me abrace, de uma mão que me afague, de um lugar pra me esconder!
* Como não sou uma pessimista a fina flor, sei que toda mudança prospera esperança!
Abraço Forte!

segunda-feira, 19 de março de 2007

REGRAS para quem?




Não tenho certeza. Visto que, o senso coletivo, neste caso, fica diametralmente justaposto ao sentimento inevitável de prazer pessoal. Quantas vezes pedimos justiça e ultrapassamos o sinal vermelho, furamos a fila da xérox ou chagamos atrasados no trabalho? Acredito que o desencadear de irresponsabilidades que vai desde a trivialidade até balas perdidas são ciclos de onde a regras, de alguma maneira, foram quebradas e o sentimento de ser passado para trás, por vezes nos leva a cometer outros tantos que, inevitavelmente as conseqüências chegam até nós!
Por que reclamar tanto? Quando o “papelzinho” é lançado em local público, o próximo carro boiando nos alagamentos pode ser o nosso!
Dê preferência
Seja cordial
Caráter.....................passe adiante!

quarta-feira, 14 de março de 2007

Poesia




Cada tempo nos remete a ela


Nos fartamos, munimos e debruçamo-nos sobre ela


Esta Dona "ponta fina" que faz prosa e faz rima


Cada nova linhagem a sua rota, enche-nos a alma


Ceva histórias, regozija.


Donaella




FELIZ DIA DA POESIA!


sábado, 10 de março de 2007

Solicitação, não!




Não gosto da condição que me encontro: de acarearão, de peneira, verificando grão em grão, gosto não. Gosto de ter um norte, de seguir sem medo, de colher e de plantar e não da entressafra! Poupe-me!
Quero que esses tempos, de coração na mão, passem ligeiros; sei que indolores eles não passam, não. Que o combate seja para minha melhor sorte e o que resta é caminhar, pois deliberar, disso eu me refreio.

“Nasci no olho do furacão
E vivo na periferia do seu alto falante
Disparo pra matar meu silêncio
Contra os corações arrogantes
Eu sou terrível (não vou parar) ”
Max de castro

sexta-feira, 2 de março de 2007

Emergindo em mim


Entrei no blog do Ubiratam, meio que sem querer e deparei-me com minha quaresma estatelada na tela. A quaresma pede que deixemos de consumir ou agir de alguma forma que nos faça refletir e nos torne uma pessoa melhor depois dela, assim eu aprendi. Sendo assim, a penitência escolhida por mim passou longe das iguarias ótimas da época, a comidinha que optei vai direto pra alma. ESCUTA! Calar mais e com isso, escutar mais! Isso que é penitência para uma tagarela como eu, unf! Mas, ainda estou destreinada e exercitando-me com afinco. Minha profissão, muitas vezes requer meu silêncio, mas ali, eu o deixo sem reticência, acontece naturalmente(adoro clinicar). Mas, na vida, nessa de viver nossa dor, chorar nosso pranto, reduzirmos-nos a nossa insignificancia ... nesta parte, cada um é mais você, é personalidade aliada a sociabilidade. Salve-se quem puder! hahahahahahahaha ...

E que eu possa exercitar em mim, comigo e conosco esta arte de escutar!


Uma pétala de beijos

bom fim de semana

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Sem mas...



Hum, muito difícil esse blog!Toda razão LindUcha, estava muitocomplicado de postar!Hoje, esses dias, na verdade há um mês formo a idéia de que estouperdendo-me. Uma sucessão de fatos e expressões do seu eu acontecem e você, nocaso, eu ,estou dando-me conta de minha inabilidade convivencial. Como se umasequência de atitudes desacertadas, não pelo mundo, mas doméstico, no sentidoíntimo, eu comigo, por assim enxergar devaneios insistentes.Preciso urgentimente praticar a habilidade de colocar-me no lugar do outro,pior, ser terapeuta faz-me saber exatamente de onde isto surge em mim. Minhasterapeutas sempre me repassaram essa certeza, a de que não escondo e de que seiexatamente a origem, mas persisto!Acho que a minha palavra da vez é teimosiaE a palavra deveria ser aprazível!
Ow!
p.s: mudei um bocadim o blog!
=]

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Fu gi ti va


Evitei, confesso. Tateei essas linhas e me esquivei da escrita. Paralisia, talvez. Hoje, um domingo e muitas motivações. Aumentei o som e levitei!
Ando cansada, mas de um cansanço bom, se é que isso pode acontecer, mas pode. Cansada de estar ocupada, de ter que pensar muito, de ter que alargar meu tempo, de TRABALHAR! Esse é o motivo do meu
extenuamento e de meu gosto. Lançar-me neste vasto mundo de ser, estar e fazer! Divido, aqui, minha ventura!
Uma semana pré-festa popular mais animada do ano!
Tamborins de beijos e surdos! Lá lá lá ...

“Eu escrevi um poema tristeE belo, apenas da sua tristeza.Não vem de ti essa tristezaMas das mudanças do Tempo,Que ora nos traz esperançasOra nos dá incerteza...Nem importa, ao velho Tempo,Que sejas fiel ou infiel...Eu fico, junto à correnteza,Olhando as horas tão breves...E das cartas que me escrevesFaço barcos de papel! “
Mario Quintana - A Cor do Invisível