quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Metas

Foto: www.fotolog.com/green

Na verdade a palavra seria, foco! Qual nosso foco? Pelo que caminhamos? O que nos motiva e o que nos paralisa?

O DESEJO motiva, a insegurança(esta danada) paralisa.

O que buscar diante da insegurança? Talvez aquele amigo que te ajuda a ver melhor! Aquela pessoa que te dê minutos de tranquilidade, mesmo que ao telefone. Remexendo no baú dos desejos, o que você pode encontrar, além de colchas amareladas e roupinhas de bebê da sua infância?

Quem sabe o baú dos desejos seja um portal e esta é a parte mais difícil. Porque não acomoda o sonho, mas te da uma imagem, mas de que? Bem provável que a de um espelho e aí, a opção é sua, minha ... difícil né?! Entretanto, possível!




"NOS JARDINS municipais

As flores também são flores.

Assim, na vida e no mais,

Que a vida é de estupores,



Podemos todos ser nossos

E fluir como quem somos.

Quando a casa é só destroços

É que a fruta é dó de gomos."

Fernando Pessoa


BEIJOS ENORMES

p.s: eu andava sumida de alguns blogges porque as páginas não estavam abrindo no meu computador, mas agora tudo blz!

=]

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

É enganooooooooooo, custa dizer!!! hehehe


Donaella: Alô?!

Pessoa: Oi Donaella, tudo bem?

Donaella: Tudo (????????)

Pessoa: sabe quem é não, né?

Donaella: não(sorrisinho sem graça).

Pessoa: É a Regina! Pois é, liguei pq a gente(?????) nunca liga. Como está a tia?

Donaella(sorrindo ao escrever estas coisas aquikkkkk...): Ta bem, e por ai?(???????)

Pessoa que se chama Regina: Tudo bem a mamae ta melhor, ja ta andando.

Donaella mais sem graça de desfazer o engano: que bom!! Você quer falar com a mamãe(pensamento: deve ser parente do papai que eu não lembro)????????

Regina: mais ela nem escuta direito

Donaella: escuta sim!!!

Regina: ;acho q liguei pra pessoa errada!!!!

Donaella aliviada: eu tb acho

Regina: mas é a Donaella?

Donaella: sim, mas acho q é outra!

Regina: meu Deus e vc entrou na onda?

Donaella: pois é, pq vc falou da sua mãe aí fiquei sem graça!

Regina: vc não mora no satélite não?

Donaella: não!!(ts, tsc)

Regina: meu Deus que coincidência, como é o nome da tua mãe?

Donaella: falei o nome

Regina: meu Deus pois é engano, pois desculpa.

Donaella: não, tem nada não, tchau!

tum tum tum tum...


Minhágente, a minha mãe ri só em lembrar!

Boa semana!

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Destempero


"Apagai, pois, minha flama,

Deus, porque ela não me serve para viver os dias.

Ajudai-me a de novo consistir dos modos possíveis.

Eu consisto, eu consisto, amém."

Clarice Lispector



Desapego

Descompasso

Diariamente

Desonesto



É preciso descartar para saborear mais o que fica. Desfazer-se de tantos apetrechos, acomodar o tempo, recriar espaços possíveis! Os meus estão IMPOSSÍVEIS!!


sexta-feira, 9 de novembro de 2007

assim, assim

"Eu tava triste , tristinho


Mais sem graça que a top model magrela da passarela..."


Zeca Baleiro




Hoje, fui almoçar num selve-service com uma amigo, indicação dele, pois eu pouco ou quase nunca sou transeunte do centro da minha cidade. A comida parecida muito boa, mas nenhum lugar a vista ... dei a ideia de irmos procurar mais trás uma mesa para repousar o prato e desaguar nossa conversa. Finalmente, achamos uma mesinha, num lugar lá atrás, e que o ar condicionando pouco batia, para "engabelar" o bafo quente que anda nos tomando de assalto, por aqui.

Então, fiquei na mesa guardando o lugar, enquanto ele ia fazer o prato, como uma boa amiga mais velha! E não é que uma pessoa pediu para dividir a mesa, eu tomei um susto, mas , claro, deixei, apesar de ter mil coisas à combinar com meu amigo. Ela sentou, ele chegou, eu fiz o prato, voltei ... e a garota que sentou, tão tímida, na nossa almejada e disputada mesa, começou a prestar atenção à nossa conversa. Olhava nos nosso olhos, virava quando o outro tomava a palavra. A estranha terminou de comer e ficou um tempo dissimulando que iria levantar-se e...nada! Ocorreu que uma mesa vagou e nós corremos pra ela, tentando aproveitar o curtíssimo tempo que ainda restava, entre a aula dele e minha vontade de ir ao banheiro!


Fim

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Jeri


CLIMA, SENTIDOS

A praia foi uma mistura de cheiros doces, de canela , pizza, com maresia, camarão e um toque de caipirinha com limão.
Sorve o mar como uma instância superior de todos os sentidos, salgado, gelado. Um colírio para a alma que vê e sente os seus grãos massageando os pés com delicadeza e compreensão, que aceita os corpos em partes, em completude. A areia te abraça, te faz sentir
pertença.
E as cores!? Telas, misturas, rosa, amarelo e laranja, azul, verde e vermelho; harmonia nascendo, se pondo dando o tom da coloração. Pintar e projetar a vida em luz, comunicação.
Voltarei, no tempo do coração!

Feriado de muita paz ... e bem-vindos os que aumentam o coro do Cantarolando!
Fotos by Donaella -Jeri

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Foto: Jeriquaquara by Donaella
Sem sentir a noite se foi e com ela veio quilos e quilômetros de areia branquinha. Nada de "pau de arara", o que me conduzia era uma caminhonete. Poxa, tão fácil dizer esse nome CAMINHONETE. E lá fui eu, com areia no rosto e muitas expectativas.

- É ali, moço?

- Não, ta meio longe.

flashs disparando...

- Eita mais tem vaca. E não é duna, é mato com areia... mas é lindo.


Entrando em uma estrada de areia ... opa, não é outra estrada, é uma rua da vila, e todas são de areia branca! Cheguei, prazer Jeri, me chamo Donaella, ENCANTADA!


Be continue ...



É de dias de mar que se precisa, por um tempo, pouco tempo, uma vida, o
tempo que precisar!

domingo, 14 de outubro de 2007

Outono


Sempre imaginei tardes de outono, onde a vida caminharia mais devagar. A primavera , que a antecede, vem com todo gás, faz deflorar a agilidade esquecido pelo inverno. Daí vem o outono, como uma "cura para todo mal", momento de lamber as feridas, de curtir o que foi alcançado, cultivar, esquecer. Para isso ele viria, para maturar as vielas floridas, que deixaram um pó de realidade.
Seria bom esquecer e perdoar o que não trouxe virtude, colocar os malefícios em uma sacola e deixar que corra o rio, desague e repouse na título de experimentado. Assim, o próximo passo será maturado e seguro.
Que venha o outono d'alma!!

Graciette Salmon (Poetisa Paranaense)





A Vida é uma vitrina de tecidos.
A gente,
por instantes,
fica de olhos perdidos
na beleza das telas deslumbrantes.
Depois, entra
na loja e vai comprar.
Caixeirinha gentil, a Ilusão
vem vender ao balcão
e não se cansa de
mostrar,
não se cansa


de exibir
delicados,
rendilhados,
leves
panos de Sonho e de Esperança.
As mãos tocam de
leve
na leveza das telas.
Não vá o
gesto, por mais breve,
esgarçar uma delas!
Todas tão
lindas! Mas a que fascina
não está ali na grande
confusão
das peças espalhadas no balcão.
E a gente diz,
num ar feliz:
"Levo daquela rósea, muito fina,
exposta na
vitrina.
"Logo o Destino vem (da loja é o
dono)
e fala sobranceiro, com entono:
"É artigo raro.
Marca, padrão e cor: -
Felicidade.
É um artigo de alta qualidade
o mais caro
de todos os tecidos.
São cortes especiais...e estão vendidos!"
E a
gente vai comprar do áspero pano
que se encontra na seção do
Desengano.